quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Unoeste
Simulação de atropelamento ocorre no calçadão do campus I
Foto Ilustração/ AI da Unoeste
Desde os termos iniciais, a formação médica da Unoeste não se limita a laboratórios e salas de aula, buscando atividades que possam estar contextualizadas no dia a dia do universitário. Prova disso, foi uma simulação de atropelamento, no calçadão do campus I da universidade, na manhã desta quinta-feira (10).

José de Oliveira Costa Filho, médico e docente da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Famepp/Unoeste), relata que a situação apresentada aos acadêmicos do 5º termo foi a de um motorista que perdeu o controle da direção do carro, descendo uma rua próxima à universidade, invadindo o calçadão e atropelando seis pessoas.  “Além de fraturas e ferimentos, houve uma vítima com parada cardiorrespiratória desencadeada por conta do trauma”, diz.

Foto Ilustração/ AI da Unoeste
Na atividade organizada pelo Programa de Aproximação Progressiva à Prática (Papp), os futuros médicos foram divididos em dois grupos. Enquanto um estava no cenário preparado pelos docentes responsáveis pela atividade, outro se encontrava em um hospital fictício, localizado no Laboratório de Enfermagem, no bloco B. “A única informação que os estudantes possuíam é que encontrariam um acidente, fora isso, eles deveriam agir conforme a necessidade da situação”, descreve Costa Filho.

De acordo com a professora Neide Maria de Castilho, que também integra a organização da ação, a simulação é sempre um grande aprendizado. “Nessa atividade, nossos alunos aplicaram de forma controlada e segura as técnicas que foram ensinadas durante o semestre sobre atendimento pré-hospitalar, ou seja, atendimento na rua”.

Para o 2º tenente reformado do Corpo de Bombeiros, Osvaldo Natal Ramos, que também ministra aulas na graduação e esteve envolvido na ação, o pronto atendimento no local da ocorrência é fundamental. “Procedimentos que possam estabilizar o paciente antes do encaminhamento para uma unidade de saúde são fundamentais e fazem a diferença na recuperação da vítima. Dessa forma, preparar esses futuros profissionais para esse tipo de situação é de grande relevância”.

A acadêmica Fernanda Pineda, 22, aprovou a simulação. “Vivenciamos uma situação inesperada que foi muito enriquecedora. Acredito que ações desse tipo nos aproxima e nos prepara ainda mais para a nossa futura atuação médica”, conclui.
(AI da Unoeste)

Nenhum comentário:

Postar um comentário